MUNDOS VIRTUAIS 3D INTEGRADOS PARA A EXPERIMENTAÇÃO REMOTA NO ENSINO

  • Caroline Porto Antonio
  • João Bosco da Mota Alves
  • Juarez Bento da Silva
  • Roderval Marcelino

Resumo

Nas últimas décadas as Tecnologias da Informação e Comunicação vêm assumindo um importante papel em nossas vidas cotidianas. Mas apesar de vivermos em uma sociedade onde a informação e o conhecimento estão crescendo continuamente, temos visto uma persistente e crescente falta de interesse, entre os jovens, pelas profissões cientificas e tecnológicas. Isto é uma constatação preocupante, pois, de acordo com [2], “engenharia é o fator determinante para o desenvolvimento econômico dos países e da capacidade de inovação depende de vários fatores, incluindo a existência, quantidade e qualidade de engenheiros e outros profissionais da área de tecnologia”, podendo haver graves implicações futuras. Perante a necessidade dos professores de estimular os alunos e atender a heterogeneidade de suas formas de aprendizado, as atividades práticas são indicadas como fundamentais para aproximar o aluno do saber científico, correlacionando teoria e prática. As atividades práticas não somente despertam a curiosidade dos alunos como também geram a construção do conhecimento com base no interesse dos alunos. Existem diversas formas para que o professor possa proporcionar que o aluno participe ativamente das aulas de ciências, entre elas o uso de experimentos e de laboratórios [3].

Referências

[1] R. Marcelino et al, “Virtual 3D Worlds and Remote Experimentation: a Methodology Proposal Applied to Engeneering Students”. In: UNIVERSITY OF DEUSTO (Espanha). Using Remote Labs in Education:Two Little Ducks in Remote Experimentation. Bilbao. 2011. Cap. 17. p. 349-374.
[2] J. Silva et al, “Mobile Remote Experimentation applied to Education”. In: UNIVERSITY OF DEUSTO (Espanha). IT Innovative Practices in Secondary Schools: Remote Experiments. Bilbao. 2013. Cap. 11. p. 281-302
[3] A.M. Maiato, Neurociências e aprendizagem: O papel da experimentação no ensino de ciências [Neurosciences and learning: the role of the experimentation in science education], master's thesis, Universidade Federal do Rio Grande. Rio Grande, 2013.
[4] J. Traxler, “Mobile Learning: It’s here but what is it?”, http://www2.warwick.ac.uk/services/cap/resources/interactions/archive/issue25/tra xler/ (current Aug. 30, 2007).
[5] M.J. Callaghan et al. “Hybrid Remote/Virtual Laboratories with Virtual”. In: REV 2010, Stockholm, 2010, v. 115, pp. 1-8. CD-ROM. [6] B. Dalgarno and M. J. Lee, "What are the learning affordances of 3‐D virtual environments?," British Journal of Educational Technology, vol. 41, pp. 10-32, 2010.
[7] T. Scheucher, P. H. Bailey, C. Gütl, and J. V. Harward, "Collaborative Virtual 3D Environment for Internet-Accessible Physics Experiments," iJOE, vol. 5, pp. 65-71, 2009.
[8] M. Mine, "Virtual environment interaction techniques," UNC Chapel Hill computer science technical report TR95-018, pp. 507248-2, 1995.
[9] T. Machet and D. Lowe, "Issues integrating remote laboratories into virtual worlds," in Proc. of the 30th ascilite conference, 2013.
[10] J. Vázquez, Horizontes y desafíos de Internet de las cosas [Horizons and challenges of Internet of Things], In: OPENMIND (Espanha). C@mbio: 19 ensayos clave acerca de cómo Internet está cambiando nuestras vidas. 2014. p. 59-82.
Publicado
2016-01-27
Como Citar
ANTONIO, Caroline Porto et al. MUNDOS VIRTUAIS 3D INTEGRADOS PARA A EXPERIMENTAÇÃO REMOTA NO ENSINO. Anais do Seminário de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação - SPPI, [S.l.], jan. 2016. Disponível em: <https://publicacoes.rexlab.ufsc.br/index.php/sppi/article/view/38>. Acesso em: 15 dec. 2018.
Edição
Seção
Tecnologia Computacional